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Jordi Clasie: "O PSV pode pagar"
RJA13 de maio de 2026
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Jordi Clasie: "O PSV pode pagar"

1 min de leitura

Valentijn Driessen vê-o bem no Ajax no meio-campo a traçar linhas. O crítico do De Telegraaf considera, de qualquer forma, que Clasie tem de ser levado por Ronald Koeman para o campeonato do mundo de futebol nos Estados Unidos, México e Canadá, mas isso parece mesmo já não estar mais ao alcance.

Clasie, na verdade, não se sente fit o bastante para o futebol internacional, além do fato de que ele não quer deixar sua família sozinha por seis semanas. Nas últimas semanas, Clasie tem aparecido muito nas notícias depois de ter conseguido uma vitória com o AZ na final da Copa KNVB. Clasie também esteve esta semana como convidado no vp. Também lá se falou sobre o seu futuro.

Clasie admite ter tido dúvidas sobre uma aventura lucrativa no Oriente Médio. Clasie negociou de forma concreta e com a intenção de concretizar com o Al-Wahda FC, dos Emirados Árabes Unidos, e recebeu uma oferta de salário milionário, mas, no fim das contas, decidiu assinar um novo contrato com o AZ. Ainda assim, o meio-campista ficou extremamente em dúvida, diante da oferta gigantesca que recebeu.

"Então você fala mesmo de milhões de euros que pode ganhar, por ano", disse Clasie sobre a oferta do Oriente Médio. "Isso foi no ano passado, no inverno, em que eu também falei com eles de forma bem concreta via FaceTime. Isso já faz agora cerca de um mês e meio, quinze dias, mais ou menos. Era sobre o Al-Wahda FC, dos Emirados Árabes Unidos. Que é realmente muito dinheiro, isso está bem claro. Só o PSV consegue pagar", disse Clasie sobre a enorme oferta e referindo-se aos salários oferecidos na Holanda.

Comentários20

T
Tiago13 h atrás

Vamos lá, o PSV tem qualidade, mas esta história de

B
Beatriz13 h atrás

Engraçado como o texto dá destaque ao encaixe dos alas. Quando eles aparecem por dentro, o PSV cria logo mais linhas de passe e obriga o adversário a abrir espaços.

I
Inês14 h atrás

Achei interessante a leitura sobre a intensidade do PSV. Só gostava que tivessem mencionado mais como o apoio pelas alas pode destrancar jogos fechados, porque é aí que muitas vezes travamos.

T
Tiago15 h atrás

Neutralmente falando, é uma boa direção. Mas aquela parte da transição ofensiva, se falhar 1 ou 2 vezes, depois fica tudo para correr atrás. Tomara que o treinador esteja a preparar isso.

I
Inês15 h atrás

Vi muita coisa boa, mas fiquei com a sensação que faltou ousadia em certas fases. Se querem mesmo dar o salto, precisam ser mais consistentes nos últimos 20 metros.

T
Tiago15 h atrás

O que me preocupa é a consistência. Há jogos em que o PSV está irrepreensível, e outros em que perde o ritmo depois do intervalo. Oxalá o artigo estivesse a falar de uma tendência real e não só do momento.

S
Sofia16 h atrás

Gostei da forma como referiram o crescimento do setor defensivo. Parece que já há mais coordenação e menos daquelas falhas de posicionamento que custam caro.

S
Sofia16 h atrás

Achei engraçado o texto bater na tecla da consistência e depois não falar muito do banco. Para mim, as mexidas têm de ser mais ousadas quando o jogo emperra.

S
Sofia17 h atrás

Tirando alguns momentos, pareceu-me mais uma partida de gestão do que de domínio total. Ainda assim, dá para sentir que há ideia, e isso para mim já é meio caminho.

B
Bruno17 h atrás

Vi a parte em que falaram do risco de deixar espaços nas costas e concordo. Em jogos contra equipas rápidas, se a linha não estiver bem alinhada, a vantagem desaparece rápido.

S
Sofia17 h atrás

Achei interessante a leitura tática, mas queria ver mais coragem para ajustar ao longo do jogo. Às vezes o PSV demora a mexer e os adversários vão lendo o padrão.

J
João17 h atrás

Se o PSV quer mesmo voltar a mandar no jogo pelo meio, gostei da ideia do artigo. Com o entrosamento certo, dá para sufocar os adversários sem precisar de correr atrás o tempo todo.

B
Bruno17 h atrás

O destaque nos detalhes ofensivos fez sentido. Quando o PSV encosta os flancos e cruza com critério, o jogo ganha logo outra cara. Só espero que não percam isso contra equipas que jogam em bloco baixo.

B
Bruno17 h atrás

O destaque ao meio-campo faz sentido, porque é ali que o PSV ganha ou perde o controlo. Só espero que a rotação venha a tempo, senão o desgaste aparece.

A
Ana17 h atrás

Gostei da leitura tática, mas ainda me custa ver espaços nas costas quando o jogo fica mais aberto. Se essa zona não for bem protegida, os adversários vão castigar na mesma.

A
Ana18 h atrás

Achei que a defesa ficou um bocado exposta quando eles subiam linhas cedo. O artigo fala de intensidade, mas eu queria ver mais controlo quando a bola circula do lado de lá.

B
Bruno18 h atrás

Ok, mas para mim faltou um pormenor. No ataque, às vezes o PSV trava no último terço e acaba por desperdiçar jogadas boas. Com mais agressividade na finalização, era outro nível.

B
Bruno18 h atrás

O ponto do article sobre o X de forma do ataque fez-me pensar. Quando o PSV encontra o corredor logo no primeiro terço, parece que tudo flui. Se não, ficam presos a chutes de longe.

J
João18 h atrás

Se o PSV está mesmo a apostar nesse ritmo alto, dá gosto ver. A forma como falaram da pressão, e do jogo curto, encaixa bem com o que costumamos querer em Eindhoven.

A
Ana18 h atrás

Não sei se concordo totalmente com a ideia de que o PSV está a dormir na transição. Contra equipas que castigam rápido, isso pode virar problema, especialmente quando o lateral sobe sem cobertura.