
A liderança do clube não vai esperar muito mais pelo “acordo”; o PSV quer trazer um canhão.
1 min de leituraUm acordo entre o PSV e, neste caso, o jogador principal que é visto como um jogador desejado para a próxima temporada, já está há muito tempo de olho. No entanto, tudo indica que o clube e o jogador ainda assim não vão chegar a um acordo definitivo.
Demora tudo isso há muito tempo antes que Anass Salah-Eddine e o seu grupo empresarial finalmente cheguem a um acordo definitivo com a direção do clube. AS Roma, o atual empregador do lateral, não é o problema aqui, após acordos claros entre o PSV e o clube romano.
O PSV, portanto, não pretende esperar por muito tempo ainda por um acordo com Salah-Eddine, que está em dúvida, com dúvidas mas que também, após esta temporada, verá o seu contrato de empréstimo expirar. O PSV parece querer agir rapidamente. Conduzir a seguir, aliás. É o que informa o Eindhovens Dagblad. Sergiño Dest vai deixar o PSV e, portanto, é necessário bater o martelo quanto à sucessão nas alas.
Salah-Eddine é contratado por empréstimo neste sezon do AS Roma. O PSV tem uma opção de compra acordada, mas ainda não chegou a um entendimento, porque o jogador Salah-Eddine espera, espera e espera. As negociações sobre um contrato até meados de 2031, até agora, não deram em nada. O diretor técnico Earnest Stewart deverá não esperar por muito mais tempo por um sinal positivo, segundo informa o Eindhoven Dagblad.

O PSV puxa, se de fato não chegar rapidamente a um acordo com Salah-Eddine, provavelmente dentro de um futuro próximo já haverá um novo lateral-esquerdo, porque simplesmente é necessário tomar decisões. Existem vários jogadores em vista para isso e isso é uma boa notícia. O PSV parte do princípio de que, com certeza, para Dest receberá entre 20 e 25 milhões de euros, portanto existe margem financeira para investir nas posições de ala.
“Assim que ele fosse, o PSV colocaria ‘um canhão’ nas alas defensivas”, escreve o Eindhovens Dagblad sobre a sucessão de Dest, que além de experiência internacional também trouxe muito poder ofensivo. Salah-Eddine recebem também essas qualidades, mas um definitivo “sim” ainda fica para trás, fazendo com que seja necessário uma rápida mudança de rumo.



Comentários20
Curto ler estas peças do PSV Inside. A parte dos ajustes ao longo do jogo explica bem porque o PSV às vezes demora, mas depois consegue virar o ritmo.
Entre jogos grandes, a mentalidade conta muito, e o PSV parece ter aprendido. Se continuarem a ser consistentes na recuperação de bola, então os resultados chegam.
Vou ser chato, mas gostei do que li e mesmo assim fiquei na dúvida sobre as substituições. Trocar para manter energia é bom, mas tem de mexer sem estragar a organização.
Neutralmente, o artigo acerta ao dizer que há evolução no controlo do jogo, mas ainda falta maturidade em jogos mais travados. No final, é nos detalhes do último passe que a diferença aparece.
Concordo e discordo. Concordo com a ideia de continuidade, mas acho que o artigo subestima como a defesa sofre quando os laterais ficam muito altos.
Ok, mas quando o PSV mete o jogo no trilho, dá gosto. Só espero que não se repita aquele padrão de trocar o plano por passes mais arriscados quando estamos a ganhar.
Eu vejo a evolução, mas ainda falta concretizar melhor as meias-ocasiões. O artigo fala em intensidade, e eu concordo, só que depois precisa de mais finalização clara.
O destaque que deram ao setor ofensivo foi merecido. Dá para sentir que há mais ideias entre linhas, e isso faz diferença quando o jogo trava.
Para mim, o ponto mais forte foi o impacto dos jogadores de ataque quando entraram no espaço. Quando o PSV acelera com intenção, a defesa dos outros começa a tremer.
Se o treinador mesmo disse que a prioridade era pressionar mais alto, então tem que ser consistente, não só nos primeiros 20 minutos. Na segunda parte costuma faltar perna e controlo.
Curti a leitura tática, especialmente a ideia de pressionar mais alto. Agora queria ver isso funcionar por 90 minutos, porque às vezes lá pela metade do jogo a equipa baixa demais.
O ponto sobre a pressão depois da perda é o que mais me convence. Quando o PSV acelera e tapa linhas, mesmo contra equipas fortes, fica logo mais difícil respirar.
Gostei da ideia de dar liberdade ao ala, mas fico com receio do espaço nas costas. Contra equipas que contra-atacam rápido, isso pode ser um problema.
Gostei da leitura tática, mas eu queria mais coragem lá na frente. Se o artigo fala em intensidade, então era para a linha avançar um bocado mais cedo.
Achei engraçado falaram do "corredor" pelas alas e depois o PSV meio que insistiu nos mesmos caminhos. Dava para variar mais por dentro, principalmente quando o adversário já estava fechado.
Acho que o artigo tem razão ao falar do ritmo. Mas sem um lateral mais agressivo, o ataque fica meio previsível, principalmente quando o adversário fecha por dentro.
Gosto da ideia de rodar a equipa, mas tenho medo que isso custe consistência lá atrás. Se a linha não encaixar, o resto do plano tático fica bonito só no papel.
Finalmente o PSV voltou a ter esse ritmo no meio-campo. Se o artigo estiver certo sobre a ligação entre os corredores e o ponta, dá logo outra agressividade ao ataque.
Se o PSV voltou a alinhar com essa intensidade no meio, então sim, faz sentido a aposta. Gostei de ver como eles tentaram dominar os segundos lances, não é só posse.
Boa análise do PSV Inside. Ver o foco no meio-campo faz sentido, dá para sentir que o time quer mandar no jogo desde o primeiro terço do campo.