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O vencedor da Copa da Europa I, o PSV, olha de volta para a final: “Era isso que eu pensava”
Max de Kok21 de maio de 2026
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O vencedor da Copa da Europa I, o PSV, olha de volta para a final: “Era isso que eu pensava”

1 min de leitura

A temporada 1987/1988 é, até agora, sem dúvida a mais bem-sucedida da história do PSV. Sob a liderança de Guus Hiddink, o PSV conquistou com larga vantagem o duplo nacional e, além disso, a equipa venceu a Taça da Europa I em 25 de maio de 1988, ao derrotar na final o Benfica português nos pênaltis por 6-5.

Nesse período, Wim Kieft voltou para a Holanda para jogar futebol pelo PSV. O ex-avançado havia jogado por alguns anos na Itália e decidiu, em 1987, voltar para a Holanda.

Onde o nascido em Amsterdã, na Itália, cobrava os pênaltis, isso não acontecia no PSV, recorda-se ainda o ex-internacional. ''Na Itália eu cobrava sim os pênaltis, mas quando cheguei ao PSV, tínhamos Ronald Koeman'', conta o ex-jogador do PSV no podcast KieftJansenEgmondGijp.

Quando a final PSV - Benfica, em Stuttgart, terminou nos penáltis, acabou por caber a Kieft a tarefa de marcar a bola no fundo da baliza a partir dos onze metros. ''Eu tomei o segundo ou o terceiro, acho eu. Para onde eu chutei? À direita do goleiro'', lembra-se ainda o ex-atacante.

Em seguida, entra em cena o escritor Michel van Egmond. ''O que é que você se lembra daquele pênalti?'', ao que Kieft responde: ''Eu pensei: 'Tomara que eu não erre'. Foi só isso que eu pensei.''

Então Van Egmond continua. ''Essa não é uma ideia agradável, na verdade'', diz o escritor. ''Não, mas a pressão é naturalmente muito alta'', responde Kieft em seguida.

Por fim, o PSV conseguiu vencer a disputa de grandes penalidades quando Hans van Breukelen conseguiu defender o sexto pênalti do lateral-direito António Veloso. ''Aliás, ninguém falhou, porque já estávamos quinze penalidades depois e os goleiros ainda não tinham defendido nenhuma. O fato é que aquele lateral-direito do Benfica o chutou tão mal na direção do gol, que Hans van Breukelen tinha que segurá-lo. Não, você apenas escolhe um canto. E então o mais forte possível, para que o goleiro não consiga alcançá-lo. É uma pressão enorme. Você até pode fazer toda essa discussão eterna, mas não dá para treinar isso'', conclui o analista atual.

Vanaf 12:11

Comentários4

M
marieke_v22 min atrás

Engraçado que o artigo relembra que em Itália ele cobrava, mas em PSV não era ele... com o Koeman lá, faz sentido. Mesmo assim, no fim deu tudo certo, ele encaixou direitinho, canto à direita do guarda-redes.

P
PSV_Sven56 min atrás

"Dat is het enige wat ik dacht" resumiu tudo... mas também mostra como aquela equipa tinha fome de título. Curto muito a análise do Van Breukelen, porque na prática foi ali que o jogo acabou.

M
marieke_v1 h atrás

Brutal, 6-5 nas penalties e ninguém falhou... Se o Veloso bateu "tão mal", o Van Breukelen ainda assim teve de ler a jogada. Emocionante saber que a cabeça do Kieft era só "não falhar". ❤️🔥

B
bruno_921 h atrás

Caraças, 6-5 nas grandes penalidades ainda dá arrepios. Kieft a dizer que só pensou "não falhar" é brutal, mas eu fico com a sensação que a pressão nem se compara a mais nada.