
Ex-jogador do PSV não foi esquecido pelo clube: “Vivo a ver cada jogo e ainda tenho contacto com muitos rapazes”
1 min de leituraNo ano passado, o meio-campista Richy Ledezma decidiu sair de forma gratuita do PSV e buscar seu caminho no México. Ledezma já concluiu sua primeira temporada no campeonato mexicano e ainda acompanha o seu antigo empregador de perto.
Na temporada passada, o internacional mexicano sob o comando de Peter Bosz foi utilizado com frequência como lateral-direito devido à saída de Jordan Teze e à lesão prolongada de Sergino Dest. Além disso, Rick Karsdorp também ficou muitas vezes lesionado, o que fez com que Ledezma na temporada passada fizesse muitos minutos.
O meio-campista já pode ter deixado o PSV há quase um ano, mas mesmo assim o mexicano o clube ainda não está esquecido. ''Eu vejo cada jogo e ainda tenho contato com muitos rapazes. Por exemplo, com Joey Veerman, Jerdy Schouten e Mauro Júnior. Eu tinha apenas dezoito anos quando fui para os Países Baixos. No PSV, eu cresci e amadureci. Por isso, eu nunca vou esquecer o clube. Olha, aqui você pode ver o que isso significa para mim'', diz Ledezma no livro Viva Futbol de Jesper Langbroek.
Depois, o ex-jogador do PSV aponta para a panturrilha direita, onde ele tem uma grande tatuagem com um menino pequeno vestido com o uniforme do PSV, com o número de camisa 37. ''Esse sou eu, junto com Deus, que me conduz aos meus sonhos. Os cactos representam Phoenix, onde eu nasci. As nuvens lá em cima ainda estão vazias. No fim da minha carreira, há espaço para todos os sonhos que eu realizei. As conquistas e prêmios com o PSV também vão estar lá'', conta o meio-campista sobre isso.

Durante seu período no PSV, Ledezma também enfrentou muitos problemas de lesão. ''Eu tive uma difícil estreia no clube, porque logo quebrei meu osso do metatarso. Depois, tive muitas lesões no meu tornozelo e, em seguida, no meu joelho. Eu rompi o ligamento cruzado anterior contra o Omonia Nicosia, na Liga Europa. Foi minha primeira partida como titular no PSV e o jogo estava apenas começando, com um quarto de hora de jogo. Eu estava a caminho de me tornar um jogador titular, mas de repente fiquei fora por um ano. Eu nunca tinha vivido algo assim. Foi emocionalmente muito pesado, mas, graças a Deus, eu consegui superar isso. O PSV acreditou em mim e me deu mais oportunidades'', conclui o internacional mexicano.



Comentários6
Fico feliz que ele ainda siga o PSV e mantenha contacto com o plantel. Só de lembrar que o destino dele mudou com a lesão aos 17-18 anos dá mesmo raiva... e ao mesmo tempo respeito, porque voltou mais forte e ganhou minutos apesar de tudo. 🔥⚽
Só que, cara... não dá para ignorar o calvário de lesões. Ruptura do ligamento cruzado com só 15 minutos, depois tornozelo e joelho... é de partir. Pelo menos ele reconhece que o PSV acreditou e deu oportunidades, isso merece crédito.
Interessante como ele explica a posição: no ano do Bosz ele acabou muitas vezes como lateral direito. Isso também explica por que o PSV pediu dele quando Teze saiu e Dest demorou. No fim, ele sempre tinha bola para aguentar.
Que orgulho ouvir isso. Ele diz que vê cada jogo e ainda fala com Veerman, Schouten e Mauro... dá um clima de família mesmo. Tatoo com o PSV e o 37 é brutal.
Que respeito por ele. Mesmo fora do PSV, ainda vê os jogos e fala do Veerman, Schouten e Mauro... isso mostra gratidão de verdade. ❤️🔥 Bora PSV!.
Honestamente, isso mostra a ligação que ele tinha com o PSV. Fico feliz por ele ainda acompanhar o clube e mencionar Veerman e Schouten, porque essa rede de "meninos do PSV" é real. E aquela tatuagem do 37 na história é de arrepiar, sério.