
Atualização sobre o processo de longa duração: “Ele está em casa e agora pode começar a sua recuperação.”
1 min de leituraNa a partida em casa contra o FC Utrecht em 4 de abril, o infortúnio atingiu o capitão Jerdy Schouten. Na segunda parte do jogo vencido por 4-3, Schouten sofreu uma lesão no ligamento cruzado que o manterá fora dos gramados por, no mínimo, nove meses.
Por isso, o meio-campista e lateral defensivo também vai perder a Copa do Mundo com a Oranje no próximo verão. Além disso, o PSV terá de ficar pelo menos meio ano sem o capitão na próxima temporada.
Após a grave lesão, Schouten teve de ser operado. Entretanto, o capitão voltou para casa.
Isso diz o treinador Peter Bosz na coletiva de imprensa antes do confronto de domingo à tarde entre o Go Ahead Eagles. ''Eu falei com ele e correu bem. Ele está em casa e agora pode começar sua recuperação'', responde Bosz a uma pergunta do observador do PSV Rik Elfrink.

É claro que a lesão de Schouten vai durar muito tempo. ''Todo mundo fala em entre seis e nove meses, mas eu nunca tinha visto isso antes. Aquele mês não faz tanta diferença, então é melhor voltar em condições'', afirmou Bosz.
Bosz komt met goed nieuws omtrent operatie Schouten: 'Dat maakt dan niks uit' https://t.co/OUCSV1PYKQ
— VoetbalPrimeur (@VoetbalPrimeur) 8 de maio de 2026



Comentários7
Ok, concordo com a tática, mas queria ver mais coragem para arriscar no último terço. Com o apoio a subir o ritmo, dava para criar ainda mais do que os lances que o texto menciona.
A escolha dos laterais no apoio foi inteligente. Quando eles subiram com critério, o jogo abriu mesmo e começaram a aparecer cruzamentos perigosos.
Achei que faltou mais agressividade na pressão depois do 60. O artigo fala de intensidade, mas na prática deu para o adversário respirar algumas vezes.
Se o PSV "anda a rodar" bem no meio, dá logo para sentir que o X marca a diferença na saída. Gosto quando a equipa acelera sem perder o controlo.
Acho que a leitura do artigo sobre o entrosamento no ataque faz sentido. Quando os jogadores ligam as linhas rápido, o PSV fica mesmo perigoso, e dá para sentir que tem mais automatismos.
Ainda falta consistência defensiva. Eu vi uns sinais do que o artigo fala, mas depois lá atrás aparece sempre um buraco nas transições, e aí paga-se caro na Eredivisie e mais ainda nas europeias.
Se o PSV está a insistir no meio com mais controlo, isso faz logo diferença. Gostei da ideia do artigo de acelerar depois do passe, porque eles estão fortes quando atacam com decisão.