
O detentor do título não teve a parte restante da temporada
1 min de leituraMauro Junior não volta a entrar em ação nesta temporada pelo PSV. O brasileiro está lidando com uma lesão leve e, por isso, vai perder os dois últimos duelos do campeonato do PSV.
O elenco de Peter Bosz já é há muito tempo campeão nacional e vai jogar no próximo fim de semana fora contra o Go Ahead Eagles. Na próxima semana, está programado o último jogo em casa contra o FC Twente.
''Com ele não vamos mais correr esse risco. O Mauro não vai jogar nem esta semana nem a próxima'', afirmou Peter Bosz na conferência de imprensa, citado pelo Voetbal International.
Além de Mauro, Ismael Saibari também não está disponível neste domingo em Deventer. O meio-campista marroquino tem uma lesão desde o jogo fora de casa contra o Sparta Rotterdam (0-2) e, por isso, também falhou os confrontos contra o PEC Zwolle e o Ajax.

Se Saibari da última partida está em condições de jogar, ainda não está claro. "Pode ser que Ismael vá para o Twente. Eu não tenho certeza disso, veja bem. Ou se ainda vale a pena", disse Bosz com o olhar voltado para o Mundial.
Além disso, também continua sendo a questão de saber se o avançado Alassane Pléa ainda vai entrar em campo nesta temporada. ''Você tem que olhar: vale a pena jogar mais uma partida. Sobretudo quando você olha para Pléa, que já está fora há tanto tempo. E então pôr tudo a jogo para conseguir fazer aqueles poucos minutos nessa única partida. Seria, naturalmente, algo fantástico para esse rapaz, mas também tem que ser responsável'', afirmou Bosz.



Comentários10
Apesar do entusiasmo, acho que falta falar do banco. Quando mudam pouco ou trocam tarde, o ritmo cai. O PSV tem plantel para gerir melhor, e isso pode decidir jogos grandes.
Achei interessante a parte sobre as alas apoiarem mais rápido, mas depois vai mesmo dar resultado? Contra equipas bem fechadas, às vezes fica tudo no cruzamento e pouco no 2o passe.
Tenho de discordar um bocado. O texto pinta o plano como se fosse fácil, mas a defesa ainda deixa espaços quando o adversário puxa para o lado oposto. Era bom ver mais controlo na transição.
O artigo acertou em cheio ao mencionar o entrosamento no último terço. Quando o PSV mexe cedo e não espera tanto, os corredores aparecem. Tomara que o treinador mantenha essa agressividade.
Curti a referência aos números e ao foco nos duelos, especialmente no entrelinhas. Se os atacantes estão a ganhar essas costas, então o futebol fica mais direto e bonito. Agora é manter a consistência mês a mês.
Finalmente a malta no PSV a falar de intensidade de verdade. Se o meio ganha as segundas bolas como o artigo descreve, a equipa vai parecer outra. Gosto dessa ideia do pressing coordenado.
Achei que o artigo foi um bocado otimista a defender a forma como a equipa sai a jogar. Na prática, contra equipas rápidas, às vezes parece que falta uma solução mais segura no passe vertical.
Gosto desta conversa sobre consistência, mas quero ver isso traduzido em jogos grandes. Se PSV quer mesmo dominar, tem de criar mais chances quando o jogo fica mais fechado.
O destaque no comportamento defensivo e na leitura dos duelos foi bem escolhido. Só espero que a intensidade não caia no segundo tempo, porque é aí que o PSV costuma sentir.
Se a ideia era acertar no meio para dar mais controlo, faz sentido. Curti como o texto fala da pressão mais ajustada, especialmente para evitar que o adversário ganhasse espaço nas costas.