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Uma transferência milionária de saída ainda é plausível: “Ele é o maestro no meio-campo”
9 de maio de 2026
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Uma transferência milionária de saída ainda é plausível: “Ele é o maestro no meio-campo”

1 min de leitura

Passar a vida inteira no PSV parece-lhe algo bastante interessante, embora ele também tenha ambições. Mauro Júnior já está ligado ao PSV há 10 anos, mas na verdade ainda não pensa em sair por muito tempo. Ainda assim, uma transferência de saída neste verão talvez seja um cenário realista.

Mauro Júnior chegou ao PSV no verão de 2017, depois de, nos anos anteriores, já ter cumprido vários períodos de estágio em Eindhoven. Ele veio do Desportivo Brasil, do Brasil. Na temporada 2019-2020, foi ainda emprestado ao Heracles Almelo, mas ao longo dos anos foi crescendo gradualmente até se tornar uma peça valorizada no PSV. Entretanto, o contador do ponta-esquerda já está em 138 partidas na Eredivisie e, nesta temporada, não haverá mais nenhuma, pois o brasileiro está lesionado.

"Mauro é o diretor no meio-campo, ele é tão importante esta temporada. Ele foi tão fantástico em um determinado momento", disse Sneijder na semana passada tecendo elogios. Também Hiddink está satisfeito com o versátil brasileiro, que, segundo o Varssevelder, ainda pode se tornar melhor.

"Mauro ainda pode melhorar. Ele é super. Ele é tão importante. É uma pena que ele possa jogar em várias posições, porque eu gostaria de vê-lo no meio-campo."

Comentários11

I
Inês8/05, 10:54

Curti ver foco no posicionamento, especialmente na forma como protegem o corredor central. É aquele tipo de detalhe que ganha jogos quando o resto é apertado, e hoje em dia isso vale ouro.

J
João8/05, 10:54

Se o PSV quiser mesmo "mandar no jogo", tem de acelerar mais cedo e não deixar o ritmo cair logo no meio-campo. Gostei da ideia, mas quero ver isso a acontecer durante 90 minutos e não só fases.

A
Ana8/05, 10:54

Achei o artigo bem certeiro ao falar da saída de bola. O PSV quando pressiona bem lá no meio fica perigoso, mas quando recua demais dá logo espaço aos contra-ataques.

B
Bruno8/05, 10:54

O ponto do treinador sobre "equilíbrio entre setor defensivo e transição" faz sentido. Só que às vezes parece que a equipa fica a pensar demasiado, e o adversário já está em vantagem na segunda bola.

S
Sofia8/05, 10:54

Confesso que fiquei curiosa com a escolha tática. Quando o PSV troca de lado rápido, as alas ficam decisivas, mas se os laterais ficarem presos, o ataque fica previsível.

T
Tiago8/05, 10:54

Vamos ser sinceros, o melhor do PSV tem sido a intensidade. Se o jogo ficar aberto, o PSV adora. Se for um duelo fechado, tenho medo que falte criatividade pra furar as linhas.

S
Sofia8/05, 10:54

Se o PSV quer mesmo controlar melhor o meio, a saída de bola tem de ficar mais limpa. No artigo parece que o técnico vai nessa direção, e eu concordo.

B
Bruno8/05, 10:54

Honestamente, achei que exageraram no elogio ao pressing. Contra equipas que rodem a bola rápido, vais sofrer se a equipa não fechar as costas.

A
Ana8/05, 10:54

O ponto sobre o ataque pelas alas fez sentido. Quando eles ganham profundidade cedo, o jogo fica logo mais perigoso. Tomara que mantenham isso nos próximos.

T
Tiago8/05, 10:54

Vou ser chato, mas queria mais detalhe sobre as substituições. Se mexerem tarde, o PSV perde intensidade e depois é sempre a mesma luta para não conceder.

J
João8/05, 10:54

Gostei da leitura, mas aquela ideia de