
Rik Elfrink aponta para um ex-jogador do Feyenoord como uma opção para o PSV: “Acho que pode ser uma possibilidade interessante.”
1 min de leituraO PSV ainda está muito ocupado no Transfermarkt à procura de reforços defensivos. Além disso, a direção do clube viu que, mais cedo nesta semana, as transferências de saída de Armando Obispo para o RC Lens e de Adamo Nagalo para o Corum FK foram canceladas no último momento.
Segundo o observador do PSV Rik Elfrink, do Eindhovens Dagblad, não está de forma alguma descartado que o PSV vá jogar contra o internacional da seleção holandesa Lutsharel Geertruida. Isso diz Elfrink no podcast Heet van de Herdgang do ED.
Geertruida jogou até 2024 pelo Feyenoord e pode deixar seu atual empregador, RB Leipzig. O observador do PSV acredita que o ex-jogador do Feyenoord é certamente uma boa opção para o PSV, que na última temporada ainda foi emprestado ao Sunderland, da Inglaterra.
''Não descarto isso. Acho que pode ser uma opção interessante. Leipzig normalmente não avança com ele. Pelo menos, não para o seu elenco na nova temporada. Financeiramente, vai ser difícil'', conta Elfrink.

Tim Reedijk, observador do PSV pela Voetbal International, também está presente no podcast e também acha que, do ponto de vista financeiro, vai ser difícil para o PSV trazer o defensor para Eindhoven.
''Ele teve uma boa temporada na Premier League. Na Holanda, ganhou tudo e viveu tudo. Ele também é um verdadeiro torcedor do Feyenoord, mas isso, em princípio, não diz muita coisa, porque eles acabam com mais frequência no PSV... Seria uma surpresa. No inverno passado, Geertruida ainda foi ligado ao Liverpool, embora isso talvez tenha a ver com Arne Slot. Eu ficaria surpreso se ele escolhesse um passo para o PSV. Acho que ele quer antes se provar no exterior'', afirmou Reedijk.



Comentários10
"O Inside explica as escolhas do treinador", ok, mas eu quero resultado, não explicação. Se a pressão alta falha, tem de haver ajuste imediato, senão vira um espetáculo do outro lado... 🤡
🔥⚽ bora PSV, mas eu queria mais velocidade no contra-ataque. Se a equipa insiste em trocar passes lentos, o adversário vai respirar e depois a gente sofre.
Acho que o maior problema é o desequilíbrio na ala, porque o apoio do lateral some e o extremo fica sozinho. Depois o Inside vira só estatística e pouco efeito em campo. 💪
O que me chamou atenção foi a forma como o PSV tenta sair jogando, mas nem sempre é a melhor hora para forçar. Eu gostava de ver mais paciência, e menos bolas verticais no momento errado. 🙄
"Dentro do PSV" e mesmo assim parece que estamos sempre a procurar o 11 ideal... bora lá, define o plano e mantém. 👏
Entendo a rotação, mas em jogo grande eu quero consistência na defesa. Se o PSV começa com um posicionamento torto, o Inside fica bonito na teoria, mas na prática dá contra-ataque. 😡
Frenkie? Não, quer dizer... nessa configuração eu preferia outro tipo de cobertura defensiva. Quando o time joga de forma tão agressiva, o meio tem que estar bem entrosado, senão vira vergonha rápida.
"PSV Inside" sempre vem com detalhes que fazem a gente discutir na mesa haha. Pulei a parte do plano tático, mas gostei da leitura sobre a pressão alta... só espero que não vire suicídio fora de casa 😅
Se a ideia é manter o controlo no meio, então o PSV tem de ser mais rápido na segunda bola. Quando o passe atrasa, o adversário encaixa logo e vira sofrimento. 🔥⚽
Se o PSV mesmo assim quer controlar o jogo, não dá para deixar os laterais tão expostos. Na posse, deu para ver que faltou ligação rápida entre o meio e o ponta, e isso custa caro.