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Dick Advocaat mesmo assim para a Copa do Mundo?: “Eu também entendo isso”
Max de Kok7 de maio de 2026
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Dick Advocaat mesmo assim para a Copa do Mundo?: “Eu também entendo isso”

1 min de leitura

Em novembro de 2025, o ex-técnico do PSV Dick Advocaat fez história ao se qualificar, pela primeira vez na história, como selecionador de Curaçao para a Copa do Mundo de futebol. Três meses atrás, no entanto, Advocaat decidiu se afastar como selecionador da ilha devido à saúde de sua filha.

O nascido em Haia foi, por sua vez, substituído por Fred Rutten, outro ex-treinador do PSV. Sob o comando de Rutten, Curaçao disputou dois jogos amistosos, ambos perdidos para a China (2-0) e para a Austrália (5-1).

Segundo Johan Derksen, a ilha e o grupo de seleção gritam em massa pela volta de Advocaat. Isso é o que diz o analista de barba feita no programa Vandaag Inside.

O técnico esperaria também ter interesse em um retorno como selecionador, já que a situação com sua filha, segundo Derksen, entretanto melhorou um pouco. ''Na verdade, Dick até gostaria de participar, mas ele acha meio chato em relação a Fred. Eu entendo isso também, mas toda aquela ilha e todos os jogadores já estão completamente exaustos de Fred, porque ele faz de conta como se quisesse vencer a Copa do Mundo com aquele bando. E isso não vai acontecer'', continua De Snor.

Segundo Derksen, também é melhor para a imagem de Curaçao que Advocaat esteja no banco, como selecionador, em vez de Rutten. ''Se a federação de Curaçao explicar a Fred como é a situação. Dick é da ilha e todo mundo naquela ilha é apaixonado por Dick. Por circunstâncias, ele teve de desistir, mas na verdade Fred deveria ligar para Dick e dizer: 'Toda honra a você. Se você quiser ir para lá, eu faço espaço.' Dick também faz parte disso. E, para a promoção de Curaçao, Dick é muito mais útil do que Fred'', afirmou De Snor.

Comentários9

J
João7/05, 10:46

Achei bom o PSV Inside ligar os pontos entre o meio-campo e o ataque. Se o pressing começar mais alto, a bola chega mais rápido ao Luuk de Jong e às alas.

A
Ana7/05, 10:46

Confesso que fiquei com o pé atrás com a ideia de manter o mesmo onze sem mexer. Contra equipas que fecham bem os corredores, o PSV às vezes fica sem saída.

B
Bruno7/05, 10:46

O texto falou da importância do pulmão do Sangaré e concordo. Quando ele ganha o segundo lance, o PSV fica com aquele ritmo que dá gosto de ver.

S
Sofia7/05, 10:46

Gosto da abordagem tática, mas queria ver mais coragem na transição defensiva. Quando o PSV perde a bola no terço médio, dá para sentir logo que fica espaçado atrás.

J
João7/05, 10:46

Se o PSV estiver mesmo a apostar no pressing alto, isso pode ser jogo a jogo. Aquele meio-campo precisa de chegar antes na segunda bola, senão o adversário castiga.

T
Tiago7/05, 10:46

Ok, o PSV tem ideias, mas eu ainda fico nervoso com transições. Quando perdem a bola perto do meio-campo, a defesa não perdoa e lá vem contra-ataque.

I
Inês7/05, 10:46

Eu gostei do detalhe do artigo sobre posicionamentos nas costas do lateral. Quando o PSV sincroniza isso, parece mesmo que tudo encaixa e a bola circula rápido no último terço.

B
Bruno7/05, 10:46

Achei que faltou falar do banco. Se o jogo emperrar, o PSV precisa de mexer cedo, nem sempre dá para confiar nos mesmos 70 minutos e rezar para o golo aparecer.

A
Ana7/05, 10:46

O destaque nos movimentos do ataque foi certeiro. Dá para ver que eles treinam para puxar os defesas e abrir espaço para a finalização ou para a entrada na área.