
«Quando Koeman não substituiu Schouten, fiquei zangado, ridículo.»
1 min de leituraPorque a situação ficou complicada para a seleção holandesa, que ficou realmente em maus lençóis nos países bálticos. Os diferentes meios de comunicação estão sendo muito duros com Koeman e os seus jogadores. Jerdy Schouten, do PSV, também está a ser criticado.
Anteriormente, Rafael van der Vaart e Pierre van Hooijdonk já tinham afirmado que era surpreendente que Schouten não tivesse sido substituído por Koeman mais cedo. Hugo Borst vai ainda mais longe. Borst não compreende por que razão Koeman não interveio mais cedo.
Segundo Borst, pouco funcionou bem na seleção holandesa no domingo. «Eles jogaram contra a 143ª colocada no ranking mundial, a Lituânia. Foi arrogante, foi horrível, foi escandaloso, foi ridículo. O mais incompreensível para mim foi o facto de o nosso treinador Jerdy Schouten não ter feito substituições no intervalo», escreve o jornalista na sua coluna no Algemeen Dagblad.
«O que mais me fez rir foi o Schouten. Esse rapaz está perdido. Ele está ao nível do Telstar, na época de 1978 a 2023. Hoje em dia, ele não conseguiria jogar no Telstar 1», afirma o cínico Borst, que, claro, vai longe demais nas suas críticas a Schouten, que de facto jogou mal na Lituânia. Borst recorre a todo o tipo de metáforas que não fazem sentido, mas tudo bem, Hugo Borst tem um estilo de escrita peculiar e uma coluna é uma coluna.
Schouten foi responsável por dois golos sofridos. Mas não foi só ele. Quando Ronald Koeman não o substituiu, fiquei irritado. Quando ele continuou sem substituí-lo no segundo tempo, a situação tornou-se kafkiana. Ridículo. Sem valor. Eu ri de Schouten e de Koeman. Isso é muito mau, eu sei. Temos de apoiar o nosso país. Perdoem o meu cinismo. É pura raiva. Não sei o que fazer», disse Borst, que parece querer desculpar-se pelo seu uso de linguagem e metáforas.
Borst vê que todos os «seguidores críticos procuram palavras para magoar o máximo possível a seleção holandesa de Koeman». «Às vezes, é ódio. Afinal, temos os melhores médios do mundo. A maior parte da seleção holandesa joga na melhor liga do mundo, a Premier League. Vamos ser campeões mundiais, diz um especialista. E então temos jogos como os contra a Polónia e a Lituânia.»
Segundo Borst, as expectativas devem ser ajustadas. «Podemos ter alguns momentos de excelência, contra a Espanha até duas vezes, apesar de termos perdido nos penáltis, mas contra países sem estatuto sofremos golos, empatamos e perdemos tranquilamente. As razões: falta de concentração, superestimação/facilidade, falta de precisão. O principal responsável: Koeman. Não defendo a sua demissão. Pergunto-me como é possível que ele não consiga motivar os seus jogadores», afirma Hugo Borst, que usa as mesmas palavras que Valentijn Driessen para se referir aos temas da motivação e da concentração.




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