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PSV Inside
Odeio mesmo o Alex Kroes
Redactie21 de junho de 2026
Crítica

Odeio mesmo o Alex Kroes

1 min de leitura

Ele já não tinha mais vontade. Ele já encerra isso depois de um curto, porém tumultuado período. Em Amsterdã, pode-se tudo. Ser contratado como diretor-geral, mas algumas semanas depois assumir um cargo totalmente diferente como diretor técnico, ainda por cima sem experiência.

Não levou a muito sucesso em Amsterdã, mas seu sucessor, ou braço direito, como quiser, fez com que às vezes fosse ainda mais extravagante. Preencha você mesmo, diretor de futebol Marijn Beuker. Ora... eles sabem bem escolher aí em Amsterdã.

Voltando a Alex Kroes, que na Áustria tenta ainda mais ampliar sua carteira de participações. Kroes chama, ou chamava, bastante resistência entre seus pares no PSV. Isso diz o agente Kees Ploegsma júnior, que, quando jogador juvenil, muitas vezes encontrava Kroes. Trata-se então de atitude, algo que não é surpreendente.

"Os melhores jogadores contra os quais joguei no Ajax e no Feyenoord foram Bobby Petta, Giovanni van Bronckhorst, Patrick Kluivert, Clarence Seedorf, Alex Kroes e Martijn Reuser", diz o agente Kees Ploegsma júnior sobre o seu tempo como futebolista nas categorias de base do PSV no programa SEG Stories presents: Villa SEG.

"Nós costumávamos ter sempre uma antipatia por Alex. Quando o Alex entrava em campo com o peito à frente, nós pensávamos mesmo: Lá está ele de novo. De verdade, horrível. Nós realmente tínhamos uma antipatia por ele em Eindhoven", não soa nada poupado.

Erik ten Hag também parece ter algo a dizer sobre isso. "Isso é, por definição, assim entre Eindhoven e Ajax. Tal como o Feyenoord também com o Ajax. O Ajax não faz diferença em tudo isso, de verdade", afirma o diretor técnico do FC Twente, sem saber que o torcedor médio do Ajax nas redes sociais está apenas ocupado com os torcedores do PSV e do Feyenoord.

Comentários8

F
FREDDY44 min atrás

Eens. Só que hoje não quero ouvir desculpa de "falta de entrosamento". Se queres dominar, então tens de dominar mesmo, e não meter o meio-campo a sofrer a bola esticada. Que seja 4-3-3 com critério, e que o PSV não perca a intensidade nos 15 minutos finais. 💪⚽

M
MARIANA1 h atrás

Caraças, se o artigo está a dizer que o ataque ganhou velocidade com trocas rápidas, bora lá! Eu sinto que com bola a equipa fica mais solta, e sem bola já dá para perceber quem trabalha para fechar linhas. Ainda assim, falta aquele último passe perfeito para matar o jogo. 👏🔥

P
pieter19852 h atrás

"PSV Inside" a vender a ideia de que os laterais são a chave, ok, mas quantas vezes já falhou o timing na saída de bola? Se o adversário pressiona alto, o 2-1 no corredor some e depois é sufoco. Eu queria ver mais consistência, não só intenção. 😡

M
marieke_v3 h atrás

Wie kijkt mee? Se o treinador mexer cedo e proteger o equilíbrio, ok. Se for só troca de nomes e não de ideia, isso aqui vira aquele jogo 'quase' de sempre. 😡

M
MARCO P.3 h atrás

Bora lá, a leitura tática fez sentido. O trabalho do extremo sem bola foi brutal, obrigou o lado deles a recuar e criou espaços por dentro. 🔥⚽

P
pieter19853 h atrás

"PSV por dentro" e ainda assim parece que a equipa dá demasiados metros aos adversários. 🙄 Quando a bola volta para trás, a pressão tem que ser mais agressiva, senão vira treino de posse do outro lado.

P
PSV_Sven4 h atrás

Se o PSV insistir no mesmo 4-3-3 sem apoiar o corredor, vai sofrer. No meio, falta aquele último passe mais limpo, dá para ver que o ritmo morre um pouco.

P
PSV_Sven4 h atrás

Se esta análise fala de posicionamento do Simons, então eu concordo e ao mesmo tempo fico preocupado. Quando ele atrai gente e deixa o espaço atrás, precisamos de mais cobertura sem complicar. Daqui a pouco vira jogo aberto, e aí o PSV tem que estar frio na transição.