
Ibrahim Afellay reageia após perguntas que não lhe agradam absolutamente nada
1 min de leituraIbrahim Afellay não deu voltas ao assunto nos últimos dias. O ex-jogador do PSV e ex-assistente de Peter Bosz recebeu na última semana perguntas sobre de qual país ele realmente passaria a apoiar durante a partida entre Países Baixos - Marrocos, mas o morador de Utrecht também foi questionado sobre os rumores em torno de Peter Bosz e da KNVB. No entanto, as brigas após o apito final do jogo internacional entre Países Baixos e Marrocos se revelaram a gota d'água conhecida para o analista da NOS Afellay.
Sem problemas, Afellay falou sobre a seleção Países Baixos - Marrocos e sobre os rumores envolvendo Peter Bosz e um possível cargo de técnico da seleção, mas as perguntas sobre os incidentes após o jogo Países Baixos - Marrocos não caíram bem para o jogador do Utrecht, do PSV.
Afellay revela estar completamente pronto com as perguntas sobre os distúrbios após as partidas de Marrocos. O ex-futebolista tem a sensação de que precisa se justificar o tempo todo quando algo dá errado, o que ele considera «cansativo». Segundo Afellay, isso também não é apenas um problema que ocorre entre torcedores marroquinos.
Marrocos chegou às meias-finais do Mundial no sábado às custas do Canadá e, após o final do jogo, muitos marroquinos foram às ruas, entre outros, no bairro Schilderswijk, em Haia. Em certo momento, o clima virou, com a polícia sendo atacada. No NOS WK Avond, Afellay é questionado sobre a sua opinião a respeito disso, depois de ele se ter pronunciado com dureza quatro anos antes sobre os distúrbios após os jogos de Marrocos.

O ex-internacional confirma que fez isso na época, mas não vê sentido em ser constantemente solicitado para condenar. “Está sempre a ser feito um ‘problema dos marroquinos’ e eu discordo totalmente disso”, afirma Afellay com veemência.
“Torcedores do Feyenoord que destroem tudo na Itália, isso também é vandalismo”, ele aponta para o ano de 2015. “O mesmo vale para os torcedores do Ajax que interrompem uma partida no estádio porque atiram fogos de artifício no campo, o que é um perigo para as pessoas. Isso é simplesmente um problema social.”
“Sinto tanta pena que o tempo todo apenas um pequeno grupo seja colocado em destaque. Mas nunca falamos dos grandes grupos que, sim, se comportam. Muitas vezes tenho a impressão de que eu sempre tenho de me justificar pelos atos dos outros. Não é estranho que eu tenha de me justificar quando outra pessoa faz algo errado?. Afinal, eu não sou responsável por isso.”
O apresentador do NOS, Sjoerd van Ramshorst, tentou suavizar o assunto e afirmou que não era sua intenção fazer com que Afellay se responsabilizasse pelos fatos mencionados. “Eu também não quero dizer isto com você, mas acontece que é sempre que eu recebo uma pergunta desse tipo. É bastante cansativo, posso te dizer”, disse Afellay, visivelmente irritado.



Comentários4
Eens, quem está a mandar no controlo é o guarda-redes e a segurança defensiva, não só a posse. Se a defesa der 1-2 erros bobos, o plano do PSV rebenta. Vamos lá, mas com cabeça. 👏
"tem de ser mais agressivo no último terço" concordo, mas também precisa de apoio às alas. Se o lado não arrasta marcação, o atacante fica sozinho e depois é penetra... e lá se vai a jogada. 🙄
Gostei da ideia tática do artigo, mas ainda falta consistência no último passe. Quando o Simons aparece por dentro, dá espetáculo, só que às vezes demora a soltar a bola e perde-se a vantagem. É aí que eu queria ver mais coragem. 💪
Se o PSV entrar com essa pressao alta, o meio vai ter muito trabalho com as transições. Vejo o Sangaré a ter de cobrir espaços o tempo todo, senão vira festa pro contra-ataque. 🔥⚽