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Earnie Stewart elogia o Feyenoord
RJA24 de maio de 2026
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Earnie Stewart elogia o Feyenoord

1 min de leitura

O Feyenoord tem um encontro. O clube de Rotterdam-Zuid tem um novo diretor-geral, além do fato de que o clube também tem quase um novo diretor técnico. Vai fazer uma grande diferença nos próximos anos, por exemplo para o PSV?

O tempo dirá, tão simples como colocar as cartas na mesa. O Feyenoord tem apresentado há mais de 40 anos um desempenho bem menos estável do que o PSV e, em menor medida, menos estável do que o Ajax; portanto, também com um diretor-geral forte como Eenhoorn, certamente garantido, parece que as diferenças entre o PSV e o Feyenoord não vão se tornar muito diferentes do que aconteceu nos últimos quatro decênios.

Mais uma vez, o tempo dirá. Earnest Stewart já havia trabalhado no AZ, onde atuou junto com Robert Eenhoorn. Stewart não poderá deixar de ficar feliz pelos habitantes de Roterdão.

Stewart é, na verdade, cheio de elogios a respeito de Eenhoorn. "Ele cumpre mesmo o que diz. Começou em Alkmaar não na fase mais fácil, mas eu valorizei-o desde o primeiro dia pela sua clareza, pela sua postura direta e pela sua visão", diz Stewart ao Algemeen Dagblad.

Também Hans Kraaij jr. consegue ver-se na visão e na abordagem do novo diretor-geral: "Robert não tem absolutamente nenhuma alergia a críticas; ele lida muito bem com elas. Mas pessoas que fazem jogos ou fazem política: ele atravessa isso sem esforço e elas vão ouvir isso."

O analista da ESPN disse que já tinha falado disso antes sobre o Unicórnio: "Quanto mais rotterdamer, não se consegue, quanto mais direto, não se consegue. Eu o conheço bem, mas o deixei em paz de propósito", disse ele. "Não dá para ser mais claro e ele, no AZ, junto com Max Huiberts, mostrou que existe calma, estabilidade e nenhuma loucura. Que eles não fazem ad-hoc. Então entendo que eles venham até ele."

“Ele é um diretor-geral que não se envolve com questões técnicas, porque para isso há um diretor técnico. Eles mantinham isso bem separado. Mas se, por exemplo, Robin van Persie estiver considerando não dar a braçadeira de capitão a Quinten Timber, como no começo da temporada, e sim entregá-la a rapazes mais jovens como Anis Hadj Moussa, Sem Steijn e Givairo Read. Então ele é um tipo que diz: ‘Robin, não faz isso, pô’. É isso também.”

Comentários10

P
PSV_Sven2 h atrás

Wie kijkt mee? 🔥

F
Filipe3 h atrás

🔥⚽ Se a ideia é pressionar alto, então não dá para recuar em bloco aos 20 minutos, pq aí o adversário cresce. O artigo fez-me querer ver mais agressividade sem bola e agressão no segundo poste, porque no fim foi isso que faltou.

M
MARIANA3 h atrás

"PSV inside" é bonito no papel, mas quero ver consistência nos últimos 20 metros. O que me preocupa é o equilíbrio quando o lateral sobe e deixa corredor vazio. Veremos já no próximo jogo. 😡

T
TIAGO854 h atrás

Fala-se muito de posse, mas pra mim o que decide é quem cria o último passe. Se o treinador não mexer cedo quando o ataque fica preso, a defesa adversária aguenta fácil. 🔥

P
pieter19854 h atrás

O meio tem qualidade, mas se o PSV insistir em dar demasiado espaço às costas, vais ver o adversário a castigar rápido. Tomara que o inside seja mais defensivo no primeiro passe, senao vira romantismo. 🙄

P
PSV_Sven4 h atrás

Finalmente uma leitura clara do que o PSV precisa. Se o inside está a conseguir ligar o meio com o ataque, aí sim dá para assustar. 🔥⚽

P
pieter19855 h atrás

"PSV Inside" a falar da mesma coisa de sempre: intensidade e pressão. Eu até gosto, mas sem um plano A pra sair limpo da pressão, vai dar o mesmo que contra os rivais... 😡⚽

M
marieke_v5 h atrás

Acho que o PSV vai sofrer se insistirem nesse desenho com o mesmo ritmo no meio. Vi aí a falta de cobertura quando o adversário gira rápido para o lado, e aí o desespero aparece. Espero que o treinador mexa cedo, pq não dá para brincar. 😡

P
PSV_Sven5 h atrás

Se o PSV vai continuar a baixar muito o bloco, o meio fica curto e depois é só cruzamento e bola na área. Precisam de mais ligação do controle pra frente, senão isso vira sofrimento.

P
PSV_Sven5 h atrás

Bora lá, mas eu fico com a sensação que o meio-campo ainda não está a controlar os tempos. Se o PSV insiste em transições longas sem ritmo, vai dar espaço nas costas. Mesmo assim, o ataque tem energia, dá gosto ver o perigo rápido.