
Bosz valoriza a posição no meio-campo: "Comigo, são os jogadores que o fazem"
1 min de leituraPara Peter Bosz, a posição do número 6 é uma posição muito importante no campo. Isso diz o atual treinador do PSV em uma entrevista ao meio Sporting Voetbal.
Bosz é um grande admirador de Johan Cruijff e, por isso, o treinador também recebe algumas citações de seu ídolo, como o esquema 4-3-3 com o ponto atrás. ''Isso é, na verdade, 4-3-3 com um 6 atrás, na ponta, o que significa que há dois meio-campistas ofensivos e um meio-campista defensivo. É bem específico: 4-1-2-2-1 ou 4-1-2-1-2, dependendo de você escolher um atacante profundo ou um atacante mais adiantado. Para mim, a forma ideal é com um meio-campista, um 6, na ponta atrás'', explica Bosz.
No treinador atual do PSV, a posição do número 6 está reservada para um organizador do jogo. Aquele que eu coloco em 6, são, para mim, os jogadores de futebol. No Heracles foi Kwame Quansah, no Vitesse Marko Vejinovic, no Maccabi Tel Aviv Haris Medunjanin e, no PSV, posso escolher entre Jerdy Schouten e Mauro Junior'', continua o técnico.
''O Mauro é tão bom porque ele também tem veneno. Assim como Sergio Busquets no grande Barcelona. Um criador de jogo com veneno'', Bosz elogia a versatilidade brasileira.

Mais tarde também é mencionado o ato de defender e, com Bosz, o avançado é sempre o primeiro defensor. ''Comigo, são os atacantes e, muito frequentemente, irrita-me um pouco que, quando sofremos golos e se chama que a retaguarda está tão furada como uma peneira, naturalmente possa ser que a retaguarda faça mal, mas muitas vezes começa nos atacantes. Se eles não pressionarem bem para a frente, então os médios entram em problemas, por fim os defesas e, finalmente, o guarda-redes'', disse Bosz.



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