
Aad de Mos coloca dúvidas sobre alvo do PSV: «Nunca conseguiu convencer-me»
1 min de leituraO PSV pareceu manter-se bastante discreto nas últimas semanas no mercado de transferências, ao contrário do Ajax. Agora, também parece que o PSV finalmente está a ganhar ritmo, já que Kodai Sano e Filip Kostic estão a caminho de assinar um contrato com o PSV.
Além disso, o PSV também não desistiu ainda da disputa por Lutsharel Geertruida. Geertruida já tem um acordo pessoal com o PSV e gostaria muito de vir para Eindhoven.
O único e maior obstáculo é o preço pedido que o RB Leipzig aplica ao antigo jogador do Feyenoord. Os alemães querem, de fato, um montante de vinte milhões de euros e Jeroen Kapteijns, do De Telegraaf, indicou que o PSV prefere ter o defensor por empréstimo.
Aad de Mos, no entanto, não está totalmente impressionado com o internacional da seleção Oranje. Isso diz De Mos em um vídeo do Eindhoven Dagblad com o observador do PSV Rik Elfrink.

''Ele nunca conseguiu me convencer na seleção neerlandesa, ele nunca conseguiu me convencer no RB Leipzig. Ele conseguiu me convencer no Feyenoord, quando ele jogava como lateral. Mas eu acho que já existem dois laterais, a menos que Sergiño Dest ainda fosse embora'', diz De Mos, sem dúvida, a Elfrink.
Em seguida, o observador do PSV diz que Geertruida quer ser contratado pelo PSV sobretudo como defensor central. ''Não'', responde De Mos posteriormente, deixando claramente claro que não é fã do defensor.
Elfrink, por sua vez, é bem mais positivo sobre o ex-jogador do Feyenoord. ''Peter Bosz vê nele uma boa aposta. Ele pode cuidar da construção desde trás'', afirmou o jornalista.
Apesar disso, o ex-treinador do PSV não está convencido. ''Isso é com Bosz. Eu o vejo mais como um lateral-direito, que no meio-campo pode criar um homem a mais'', diz o ex-técnico.
Sobre Kodai Sano e Filip Kostic, o analista desta vez mostra-se novamente positivo. ''São jogadores que me conseguiram convencer. Especialmente Kostic, um tipo internacional como Dusan Tadic. Uma boa técnica de remate, um bom cruzamento, experiência. E Sano, para mim, é excelente, absoluto top'', conclui De Mos.



Comentários8
Eens. Mas qual é a solução quando o adversário pressiona alto? O PSV tem de rodar mais rápido a bola, senão fica a pedir desculpa ao guarda-redes. A equipa é boa, só não pode brincar no primeiro passe. 🔥⚽
Wie kijkt mee? Se a ideia é manter a mesma estrutura tática, então tem de haver consistência na entrelinha. Se o X não desce pra apoiar, os avançados ficam sozinhos e dá-se espaço nas costas. 🤬
O que me irrita é a mesma história: pressionam bem 20 minutos e depois deixam o adversário respirar. Com o banco que temos, isto não pode ser normal. Vergo mesmo... 🔥
"PSV Inside" acertou na leitura do jogo, mas eu ainda acho que o ataque fica dependente demais do ritmo do wing. Se a bola não chega rápida, o jogo morre no meio. 🙄
Se o artigo insiste nesse 4-3-3, eu só quero ver quem vai ser o terceiro meio defensivo de verdade, pq aí é que se ganha ou se perde. Ontem contra eles, na saída, ficou tudo demasiado exposto. 🔥⚽
Se a tua leitura do PSV Inside é que o X vai "controlar o ritmo", então está a faltar a peça que defende os corredores. Eu gosto da coragem, mas há momentos em que eles ficam expostos na cobertura defensiva. Aí não é questão de atitude, é posicionamento. 😡
O texto bate muito na ideia de intensidade, mas eu quero ver isso também quando o jogo trava. Contra equipas bem fechadas, precisamos de mais paciência e chegada pelo corredor. Se continuar tudo pelo meio, vai dar dor de cabeça. 👏
"PSV é mais sólido quando marca primeiro" concordo em parte, mas depende muito do wie dan ook na transição. Se o PSV perde a bola no meio, logo vira passeio para o adversário.💀